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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Encochada no Trem...




Sou Marcella,separada recentemente tenho 34 anos,sem filhos.1.68 56 kg.
E por onde passo faz os homens virarem a cabeça.
Tento ser discreta, mas tenho os quadris muito largos e quando visto calça jeans.
Aff... Até parece que aumenta mais as proporções da bunda.
Sim é isto mesmo sou de bunda grande e daí?
Depois que me separei fui morar em um bairro distante para ser sincera voltei a ter uma vida mais humilde e tinha que economizar.
Morar no subúrbio é complicado, mas vamos tentando sobreviver.
Por que tinha carro há muito tempo não tomava mais trem.
Assim fui obrigada a usar nosso estagnado sistema de transporte urbano.
Logo no primeiro dia, vi o sufoco que passam os usuários diários desse péssimo serviço, mas, teve suas compensações!
No primeiro dia um homem já com seus 40 anos me despertou a atenção.
Muito bonito.
Fiquei de longe o observando como ele se aproximava das mulheres e ficava encochando-as.
Achei excitante ele fazer isto e ao mesmo tempo achei uma pouca vergonha, aproveitar-se de leve encostava-se a sua presa sem poder se mexer devido ao grande aglomerado de gente.
Ele parado ali esfregando os quadris, logo se via que estava super excitado.
Hum ... E que cacete o cara tinha.
Senti um leve rubor na face quando pensei comigo mesma se a moça a sua frente estaria de calcinha molhada?
No segundo dia eu entrei ansiosa a procura de algum macho bonito e sex.
Sentia o despertar da minha libido.
Depois de alguns minutos senti alguém se aproximar e encostar-se em mim, eu senti um aroma maravilhoso de perfume masculino.
Logo que me virei deparei com um homem de meia idade com sorriso maroto de menino travesso, bem vestido.
Nossa viagem estava começando e demoraria no mínimo 45 minutos. Logo o rapaz que vou chamar de Elton começou a puxar papo, perguntando se eu era moradora nova do bairro.
Concordei e disse que estava estranhando o trem lotado. Ele respondeu que já estava acostumado, fomos conversando banalidades.
Eu tentava me mexer, mas estava ali presa a sua frente sentindo seu membro rígido encostado a minha bunda.
Procurei disfarçar, mas a sensação de um macho bonito encostado a você em um lugar publica e super excitado e algo diferente, o desconhecido aliado ao prazer.
Sentia minha xaninha latejante de desejo, fiquei excitada sim.
Mas fazer o que não é?
No dia seguinte logo que entrei no trem meu olhar ficou a sua procura, mas não o vi para minha decepção.
Notei que todos os dias cedo eu entrava no transporte a procura daquele homem que mexeu com minha libido.
Passado alguns dias e já achando que não o veria mais, senti um frio na barriga quando dou de frente com ele.
Meu sorriso se acendeu em minha face.
Fiquei feliz de verdade.
Feito as apresentações ficamos num clima de amizade.
Elton 39 anos divorciado contador.
Marcella, 34 anos separada auxiliar de escritório.
Ambos livres para amar e serem amados.
Assim foram dias de conversas e sempre sentindo maior prazer de está junto a Elton e ser acochada, com total permissão, pois jamais tentei afastar-me.
Sentia prazer de está junto a ele, mesmo por alguns minutos.
Ele era safadinho mesmo se esfregava com malícia.
Sentia sua virilha em minha bunda ou em alguns casos na lateral de meus quadris.
Ele via que eu percebia e jamais ficou sem graça.
Assim se passou uma semana.
O final de semana foi triste e melancólico eu pensava e sonhava com Elton
Na segunda-feira bem cedo ele estava lá como se tivesse a minha espera.
Notei que ambos estávamos ansiosos pelo reencontro.
E logo o meu bom companheiro começou a encochar disfarçadamente.
É claro que eu ansiosa esperava estes momentos de prazer
Eu ria e conversando tentava brincar como se nada estivesse acontecendo.
Depois de algum tempo eu resolvi participar e disfarçando abaixei minha mão como se fosse ajeitar minha calça e propositalmente comecei a acariciar seu cacete.
Ufa que tesão sentir seu membro latejante roçando em minha mão.
Castiguei... Mesmo alisando o deixando doido, sentia sua respiração ofegante e depois de alguns minutos neste delírio ele se encosta mais em mim e sussurra.
Marcella!
Eu vou gozar!
Respondi goza amoreco ...e ficamos ali colados abraçados.
Até sentir seu leite viscoso deixar úmida a sua calça.
Aff... Ainda bem que estou de calça preta senão seria um vexame.
Assim o ouvi dizer entre um riso.
_Você está me maltratando quando vamos nos encontrar em um local calmo.
Para nos deliciarmos de prazer?
Ele deu-me seu cartão com fone e celular apenas olhou e quardei enquanto fazia o mesmo, dava o meu numero de celular.
Com sinceridade esperei ansiosa seu contato.
No dia seguinte ele não estava no transporte, fiquei triste, e fui trabalhar depressiva.
No dia posterior o encontrei, ele declarou que estava impossível controlar seus desejos.
Eu o olhei com um brilho no olhar com certa malicia.
Eu nem tentei me afastar, pois as encochadas já eram normais e esperadas
No dia seguinte estávamos mais sérios.
Era o dia D.
Sem pudor eu o beijei.
E sussurrei.
Nosso prazo acaba hoje! "Eu te quero Marc Ella e precisa ser hoje!
Eu tentei desconversar, mas depois falei que ligaria pela tarde.
À tarde nos falamos no telefone e finalmente marcamos um encontro.
Ele pegou um táxi, passando no local na hora marcada onde eu o esperava, assim fomos para um motel.
Quando entramos no quarto nos entregamos ao prazer.
Nossas mãos ansiosas nos despiam.
Intenso desejo cheio de êxtase e volúpia.
Sua boca acariciava minha virilha, logo sua língua desbravava minha xaninha enterrando seus lábios úmidos e sedentos.
Mordiscando e sugando meu clitóris com uma intensidade imensa,que o orgasmo veio rápido como uma explosão de desejos reprimidos, mas agora em grande êxtase.
Estava embevecida de prazer e no silencio da noite, só eram ouvidos nossos gemidos e urros.
Não suportava mais e comecei a implorar queria ser penetrada.
O desejo era mais forte que a razão.
Eu havia me transformado.
Parecia um animal no cio, querendo ser fodida, queria senti sua virilidade, a urgência, a carência a falta fez-me ser a mais safada das mulheres.
Contorcia-me a mercê de sua vontade.
Depois de me deixar como uma louca alucinada Elton chegou lentamente e colocando minhas pernas em seus ombros começou a penetrar-me.
E com estocadas firmes e fortes enterrava seu cacete ate o talo.
Segurava pelos ombros e forçando os quadris, no vai e vem voltava a estocar, só deixando os culhões de fora.
Hum...
Delicia Elton me arregaça.
Elton estava por cima vendo meu corpo se contorcer e pedindo mais.
O ritmo acelerado foi ficando alucinante.
O êxtase.O prazer,o tesão de ser possuída sem reservas.
Eu tinha me transformado numa potranca, sendo cavalgada por um garanhão.
Eu uma mulher fogosa sedenta e gulosa.
O tesão.
Senti meu gozo lubrificar seu cacete e minha respiração tornar ofegante meu ritmo começou a diminuir.
Eu o queria mais.
Muito mais.
Quando o senti espasmos de gozo delirei...
Vários jatos inundaram minha gruta.
Ficamos abraçados extenuados de prazer.
Mas apenas por alguns minutos Elton insaciável logo fomos ao banho e já começamos brincadeiras de encochadas do chuveiro.
Mas foi encochadas profundas que vieram dá maior prazer a nossos fetiches.
Ser enrabada no trem.Desejo de Elton.
Será que consigo?
Até hoje, ainda relembro as encochadas que Elton me deu.
Mas às vezes queremos ir muito mais além.
Mas que era bom isto eu não posso negar.

Docecomomel(hgata)
Imagem do google

2 comentários:

  1. Tenho dois contos no meu blog sobre o mesmo assunto e estão entre os mais acessados, é impressionante como algo assim, transgressivo, chama tanto a atenção das pessoas!
    BJOS

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